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O que é Raja Yoga?

Você sabe o que é Raja Yoga? Conheça mais sobre a prática focada na conexão consigo e com o divino, e seus potenciais para transformação interior.


Se você já conhece um pouquinho sobre yoga, sabe que uma vida harmoniosa é um dos principais objetivos da prática.

A harmonia consigo, com aqueles ao seu redor, ambiente e universo, como um todo, é de grande valor para as pessoas chamadas de yoguis. E na modalidade denominada Raja Yoga não é diferente — pelo menos não nesse aspecto.

Mas o que é Raja Yoga? Como esta modalidade se difere de outras como, Ashtanga Yoga e Yoga Restaurativo? 

Bom, neste texto, nosso objetivo é responder exatamente a essas — e outras — dúvidas que podem surgir para quem não conhece o Raja Yoga.

Se você se encaixa nesse perfil ou até mesmo busca aprofundar um pouco o conhecimento já adquirido, siga com a gente neste guia introdutório sobre Raja Yoga.

No texto a seguir, você encontra os seguintes tópicos:

  • Afinal, o que é o Raja Yoga?
  • Como praticar Raja Yoga?
  • O sistema do Raja Yoga
  • Quem pode praticar o Raja Yoga?
  • Dicas para quem quer fazer Raja Yoga
  • Os benefícios do Raja Yoga

Então, vamos lá?

O que é o Raja Yoga, afinal?

Há anos o yoga vem se tornando um termo guarda-chuva para as muitas modalidades que obedecem sua filosofia. Cada uma à sua maneira, com focos, trabalhos e objetivos diferentes.

E no caso do Raja Yoga, de forma bem resumida, podemos dizer que é uma prática com maior foco na transformação interior e na meditação.

Repare que ressaltamos o foco nesses aspectos.

Afinal, diversas modalidades de yoga incluem a meditação em sua prática e visam também uma transformação para além da forma física. Ambos são possíveis em basicamente qualquer prática yogui.

Mas é o Raja Yoga que tem essas duas características como pontos decisivos e definidores.

A meditação no Raja Yoga é, basicamente, uma ferramenta para acessar a tal transformação interna. É através dela que praticantes desta modalidade podem alcançar um despertar interior — algo semelhante ao objetivo do Yoga Nidra.

No Raja Yoga, porém, o despertar permite que as pessoas praticantes se reconectem com energias positivas e com sua real identidade.

Isso porque, na modalidade, acredita-se que conforme amadurecemos e passamos por diferentes experiências, podemos nos distanciar de quem realmente somos. É o que Márcia Medeiros, do canal Brahma Kumaris Brasil, explica em vídeo de introdução sobre o Raja Yoga.

Ela também aponta que, quando estamos tomados de negatividade, isso transparece em nossas ações. Desta forma, podemos prejudicar a nós mesmos, às pessoas ao nosso redor e ao universo, como um todo.

Por isso o Raja Yoga busca também a renovação energética. Para que possamos atrair e vibrar positividade.

A filosofia da modalidade acredita ainda que, com positividade e conexão consigo, você se aproxima também do divino espiritual.

Então qual é a diferença do Raja Yoga para outras modalidades?

Em resumo, o principal ponto de diferenciação entre Raja Yoga e outras modalidades é justamente o foco.

Em algumas modalidades, encontraremos um trabalho muito mais centrado na movimentação física, principalmente através dos asanas.

E apesar desse aspecto fazer parte também do Raja Yoga, é como se fosse parte de um todo e um complemento à meditação e ao estado meditativo.

No Yoga Nidra, por exemplo, a meditação também é de grande importância. Mas o método como essa atividade é trabalhado em ambas as modalidades segue modelos diferentes. Ou melhor, sistemas diferentes. Mas falaremos mais sobre o sistema que rege o Raja Yoga no próximo tópico.

E respondendo a pergunta inicial desta seção: o Raja Yoga se difere de outras modalidades por ter seu foco na meditação e no trabalho interno e mental.

Como praticar Raja Yoga?

Se você se interessou pela explicação acima — que, inclusive, é básica e bem introdutória —, certamente também quer descobrir como isso funciona na prática, certo?

Já adiantamos que, assim como em qualquer outra modalidade e filosofia de yoga, é necessário estudo, aprofundamento e compromisso com o trabalho executado e seus objetivos.

O sistema do Raja Yoga

Mas podemos também adiantar para você alguns pontos que definem a prática do Raja Yoga.

Um exemplo disso é o sistema que esta modalidade obedece: os oito braços ou oito passos do yoga. 

Se você não conhece, já abordamos parte dessas etapas em uma publicação dedicada à relação e diferenças entre meditação e yoga. E hoje retomamos esse tema para falar sobre a totalidade dos oito passos do Raja Yoga. São eles:

  1. Yama
  2. Niyama
  3. Asana
  4. Paranyama
  5. Pratyahara
  6. Dharana
  7. Dhyana
  8. Samadhi

Não entendeu muita coisa? Tudo bem, nós explicamos.

Essas quatro primeiras etapas trabalham a relação de quem pratica com o universo exterior, enquanto a outra metade foca no trabalho interior da pessoa praticante.

No caso do primeiro e do segundo passo, Yama e Niyama, você passa a se orientar por dez diferentes princípios.

As diretrizes do Yama

O Yama, que visa o auto-controle e a ética que deve orientar sua vida, obedece às seguintes diretrizes:

  • Não-violência: ou seja, não causar sofrimento a nenhum ser, seja através de pensamentos, palavras ou ações.
  • Verdade benevolente: falar sempre a verdade, mas usando as palavras corretas para não machucar — até para não ferir a proposta de não-violência.
  • Não roubar: não apenas fisicamente, mas também mentalmente.
  • Pureza: muitas pesquisas definirão esse ponto como o celibato. Mas é mais do que isso. Trata-se de afastar seu foco dos prazeres físicos e reconhecer a divindade que há em você e em outros seres.
  • Não acumular posses: ou seja, não ter apego e acumular coisas que não são necessárias à sua vida.

As diretrizes do Niyama

O segundo passo, o Niyama, por sua vez, trabalha a moral e a disciplina.

Suas diretrizes ajudam a pessoa que pratica Raja Yoga a melhor observar os próprios comportamentos.

  • Manter mente, corpo e ambiente limpos
  • Buscar o contentamento com a vida, estabelecendo um equilíbrio mental
  • Agir com rigidez, disciplina, paciência e fervor
  • Estudar as escrituras sagradas
  • Entregar-se ao divino

A importância dos asanas e pranayamas

Os asanas e pranayamas (posturas e exercícios de respiração) são comuns a qualquer prática de yoga.

Mas no Raja Yoga, essas práticas são, respectivamente, o terceiro e o quarto passo do sistema de oito braços do yoga. Isso porque ambos auxiliam no equilíbrio e controle da mente através do trabalho de condução energética.

Conexão interior: do Pratyahara ao Samadhi

O Pratyahara é o 5º passo do yoga, e o ensinamento que nos incentiva a internalizar nossas próprias ações, tomando uma postura contemplativa sobre nosso próprio corpo e ações.

O Dharana (6º passo), por sua vez, trata da concentração ao longo do exercício, e propõe a busca de um único foco para a sua atenção.

O 7º passo, o Dhyana, é a meditação propriamente dita.

Este é um processo que você só consegue alcançar através da preparação nas quatro primeiras etapas, e aprofundado com o Pratyahara e do Dharana.

Neste momento, a intenção é a permanência da atenção em um só foco, sem permitir que aspectos externos interrompam o estado de mergulho em seu interior.

Por fim, o Samadhi (8º braço do yoga) é o estado de plena consciência, a chamada iluminação. É nele que você pode sentir uma conexão completa com o divino e o universo.

Quem pode praticar o Raja Yoga?

O Raja Yoga é inclusivo.

Considerando os conceitos que o definem e o funcionamento da prática, é possível dizer que não há restrições para quem pode aderir a esta modalidade.

Mas existem grupos específicos que, certamente, podem tirar maior proveito desse tipo de yoga, do que outros.

Se você busca desacelerar seu ritmo de vida, por exemplo, a característica contemplativa do Raja Yoga pode ser um benefício para esse processo. O mesmo vale para caso você esteja passando por um momento de insatisfação — seja pessoal, profissional ou com outros tipos de relação e atividades.

Afinal, os oito braços que compõem a prática podem te ajudar a observar, compreender e transformar. Não apenas incômodos seus, mas a própria energia que envolve esses aspectos.

Até mesmo quem busca uma orientação espiritual pode se encontrar na Raja Yoga.

Caso você tenha se interessado pela prática, vale ao menos tentar uma aula-teste, para entender se é realmente uma atividade que se encaixa no seu momento de vida.

Dicas para quem quer fazer Raja Yoga

Como ressaltado anteriormente, o Raja Yoga requer compreensão e comprometimento.

Então, antes de tudo, saiba que esta modalidade exigirá de você estudo e certo preparo. Principalmente para quem não lida da melhor forma com disciplina e rigidez. Mas lembre-se: esses dois aspectos resultam em profundas e benéficas mudanças.

É importante ressaltar também que você deve buscar orientação qualificada, seja de livros ou instrutores de yoga. Através deles você pode encontrar maior facilidade no estudo da prática.

Caso você não pratique Raja Yoga em um estúdio ou academia, vale também buscar sempre um cantinho reservado e tranquilo. Como a prática exige muito da sua capacidade de atenção e conexão interior, o ideal é que você pratique em um lugar quieto e longe de movimentações.

Então algumas dicas que podem te ajudar no Raja Yoga são:

  • Ter disciplina
  • Estudar a prática
  • Trabalhar sob orientação qualificada
  • Encontrar um espaço tranquilo para a prática.

Os benefícios do Raja Yoga

O compromisso com o Raja Yoga e sua prática permitem que as pessoas que integram essa modalidade acessem diversos benefícios.

Já falamos da transformação e conexão consigo e o divino. Mas se você deduziu que estes não são os únicos pontos positivos dessa atividade, você acertou!

Lembra do que falamos sobre renovação de energias?

Esse também é um benefício que praticantes de Raja Yoga alcançam conforme evoluem dentro da atividade. E uma vez que as energias negativas são substituídas pelas positivas, você se relaciona melhor consigo, com as pessoas e com tudo ao seu redor.

Até porque os oito braços do yoga irão te preparar justamente para isso.

A renovação energética e essas etapas que definem o yoga também são capazes de controlar o fluxo de pensamentos — principalmente os negativos e danosos.

Desta forma eles ajudam a diminuir tensões, ansiedades, e demais sensações e experiências que causam sofrimento.

Além de tudo isso, o autoconhecimento é também uma consequência mais que bem vinda.


É importante ressaltar que o texto acima funciona como um guia básico e introdutório sobre o Raja Yoga e não substitui leituras e aprendizados tradicionais.

Caso você tenha se interessado pela prática, busque um espaço que ofereça aulas-testes dessa modalidade e converse com a instrutora ou instrutor responsável.

Conhecer o Raja Yoga é respeitar suas origens e o passo inicial para uma vida de harmonia e transformação.

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